O que é e para que serve um data center?


Mas a tendência agora é a computação na nuvem; ou cloud computing, como você preferir. Neste momento é indispensável que as empresas que oferecem esse tipo de serviço tenham uma infraestrutura bastante flexível para poder atender esse crescimento diário e frenético da demanda por mais e mais espaço virtual.

Felipe Caballero, gerente de Data Center da Locaweb diz: “A nossa infraestrutura ficou um pouco mais enxuta, relacionada a espaço físico. Os servidores comportam muito mais serviços. Utilizamos os ‘clusters’ com ‘storages’ de servidores de processamento, o que faz com que tudo isso ocupe menos espaço para atender a mesma quantidade de clientes”.

Aliás, na questão de infraestrutura, a computação na nuvem traz ainda outras vantagens, como a redução do consumo de energia, de espaço e do uso do ar condicionado. Ao mesmo tempo, o serviço oferece muito mais agilidade para atender à necessidade dos clientes.

Claro, como toda nova tecnologia, existe certa resistência para que as empresas tirem seus dados de servidores dedicados e passem tudo para a nuvem. E aí, temos duas coisas acontecendo ao mesmo tempo: demanda por mais máquinas para atender os serviços de computação na nuvem; e ainda mais computadores para atender o crescimento dos servidores dedicados. Ou seja, o mercado de datacenters está pegando fogo!

A Intel vem fazendo um trabalho junto ao mercado para crescer, tanto do ponto de vista tecnológico e fornecer servidores e dispositivos que permitam ter mais segurança e autenticação de acesso, mas também da padronização aberta de desenvolvimento dessas tecnologias”, completa Marcel.

Os novos processadores dedicados para servidores e data centers evoluíram bastante; além de garantir pelo menos 30% mais performance do que a geração anterior, há uma nova tecnologia de segurança, na qual a criptografia dos dados – uma tarefa que consome muito tempo nos servidores – é quase 60% mais rápida.

Marcel completa que, hoje, no Data Center, “trabalhamos com 2 linhas de produtos: Itanium, para processadores em servidores focados em missões críticas, com servidores de alta disponibilidade; e a linha Xeon, com o famoso x86, para trabalhar também a parte de alta disponibilidade e alto desempenho para os Data Centers. Tudo isso sempre buscando eficiência no consumo de energia, ou seja, você poderá ter mais servidores que consomem menos energia, alto desempenho e, agora, o quesito de segurança, também sendo sempre implementado em todos o novos lançamentos”.

Quer saber se é a hora de a sua empresa partir para a computação na nuvem? Ou quer entender ainda mais sobre o assunto do momento? Acompanhe a nova série de reportagens especiais sobre Cloud Computing, que estrearemos no site a partir dessa semana, e fique por dentro!

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